Quando o J.P. Morgan e o Chase Manhattan se fundem, algumas pessoas são desligadas e alguns conhecidos vão para o Bank of America.
A informação da minha disponibilidade, depois do encerramento do projeto do Goldman Sachs, começou a circular no mercado. Um dia, o presidente do Bank of America me liga e diz: “Cris, vem trabalhar comigo, estou com uma posição em aberto para Compliance, em que eu acho que você se encaixa”.
Eu nunca havia feito Compliance na vida. Porém, antes de recusar a oferta, lembrei da lição de anos atrás — exatamente aquela que me levou para o J.P. Morgan pela primeira vez — e decidi participar da entrevista. Então, pego o avião e vou para Charlotte, na Carolina do Norte, para ser entrevistada pelo pessoal do Bank of America.
Fui sabatinada por dez pessoas e a conversa se baseou praticamente em uma pergunta e a mesma resposta:
— Você já fez Compliance?
— Não, mas eu posso fazer.
— Você já trabalhou em Compliance?
— Não, mas eu posso fazer.
No fim, o emprego era meu.
Ocupar o cargo de Compliance para a América Latina, sem nunca ter feito isso na vida, fez com que eu sentisse um pequeno déjà-vu: assim como tive de correr para aprender inglês, lá no início da minha carreira, mais uma vez eu teria de “trocar o pneu com o carro andando” e aprender a fazer compliance, fazendo.
E foi exatamente isso que fiz, porque se tem uma coisa da qual me orgulho muito é a minha disposição para aprender o que for preciso.
Então, se me permite um conselho, aqui vai: não perca oportunidades por achar que não vai dar conta, encare o desafio, aprenda o que for preciso, supere suas próprias expectativas. E lembre-se: você não sabe (hoje), mas pode aprender!
Eu não sei, mas posso aprender!
Quando o J.P. Morgan e o Chase Manhattan se fundem, algumas pessoas são desligadas e alguns conhecidos vão para o Bank of America.
A informação da minha disponibilidade, depois do encerramento do projeto do Goldman Sachs, começou a circular no mercado. Um dia, o presidente do Bank of America me liga e diz: “Cris, vem trabalhar comigo, estou com uma posição em aberto para Compliance, em que eu acho que você se encaixa”.
Eu nunca havia feito Compliance na vida. Porém, antes de recusar a oferta, lembrei da lição de anos atrás — exatamente aquela que me levou para o J.P. Morgan pela primeira vez — e decidi participar da entrevista. Então, pego o avião e vou para Charlotte, na Carolina do Norte, para ser entrevistada pelo pessoal do Bank of America.
Fui sabatinada por dez pessoas e a conversa se baseou praticamente em uma pergunta e a mesma resposta:
— Você já fez Compliance?
— Não, mas eu posso fazer.
— Você já trabalhou em Compliance?
— Não, mas eu posso fazer.
No fim, o emprego era meu.
Ocupar o cargo de Compliance para a América Latina, sem nunca ter feito isso na vida, fez com que eu sentisse um pequeno déjà-vu: assim como tive de correr para aprender inglês, lá no início da minha carreira, mais uma vez eu teria de “trocar o pneu com o carro andando” e aprender a fazer compliance, fazendo.
E foi exatamente isso que fiz, porque se tem uma coisa da qual me orgulho muito é a minha disposição para aprender o que for preciso.
Então, se me permite um conselho, aqui vai: não perca oportunidades por achar que não vai dar conta, encare o desafio, aprenda o que for preciso, supere suas próprias expectativas. E lembre-se: você não sabe (hoje), mas pode aprender!
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