Quando eu fui diretora do Bank of America e do JP Morgan, a régua ética era implacável.
Quando eu fui diretora do Bank of America e do JP Morgan, a régua ética era implacável.
Era submetida a auditorias permanentes, regras duríssimas de compliance e códigos de conduta exemplares.
A maioria dos trabalhadores brasileiros segue regras de conduta, mas nossos nobres togados insistem em se opor a um código de ética.